Encontro de Julho

Juro-vos que podemos mapear os dias mais quentes do ano através dos encontros da Roda dos Livros mas nós somos resistentes ao calor e à preguiça dos dias quentes. E somo-lo porque estas tardes são uma forma de ser um bocadinho mais feliz. E quando somos poucos podemos falar todos de muitos livros, dos que gostámos mais e até daqueles de que não gostámos tanto.
Os livros fazem-nos felizes. Mesmo aqueles que nos fazem perder a fé na humanidade como A revolta do Homem Branco, de Susanne Kaiser, um dos livros que a Cristiana nos trouxe. E para balançar sugeriu-nos também o A morte de uma livreira, de Alice Slater; Desgraça, de e Boulder, de Eva Baltasar e Como amar uma filha, de Hila Bloom.
A Sónia falou-nos das suas impressões sobre o Lobos, de Tânia Ganho; Intermezzo de Sally Rooney e Mrs March de Virginia Feito.
A Célia sugeriu-nos O Covil de Pompeia, de Elodie Harper e Alguém falou sobre nós, de Irene Vallejo mas também falou de Todas As Árvore morrem de pé, de Luísa Sobral, O peso da Culpa, de Hjorth e Rosenfeldt, Eu que não conheci os homens, de Jacqueline Harpman e das Aventuras de Tom Sawer e Huckleberry Finn, livros de Mark Twain.
A Ana CB levou-nos de viagem com o Regresso à Patagónia, de Paul Theroux e Bruce Chatwin. E a esta sugestão juntou outra, O Mar da Tranquilidade de Emily St. John Mandel, de quem também leu o Hotel de Vidro; Pequenas Grandes Mentiras de Liane Moriarti; de Volta a Casa, de Jeanine Cummins e Monstros, de Claire Dederer.
E eu trouxe para a discussão o Cadente, de Mário Rufino (autor que já nos fez, por várias vezes, companhia neste grupo de leitores) e Catarina e A beleza de Matar Fascistas de Tiago Rodrigues.
Boas férias e boas leituras