Uma Roda na canícula

Festejados os Santos Populares ou Arraiais e os bailaricos, já só nos sobra o calor e a vontade de correr para mais uma sombra OU, e é para isso que muitos queremos o verão, tardes inteiras, dias até, esturrando ao sol e à beira mar a ler, simplesmente a ler. Ainda assim, trocámos a areia no pé por mais uma tarde de biblioteca para largar umas larachas e umas ideias sobre livros.
E foi tão bom que só nos resta resumir na melhor foto da sessão: a das sugestões e com brinde!

O por brinde (ou tentativa) fica também este pequeno parágrafo em jeito de resumo da sessão e das sugestões de mais um mês de leituras.
Na canícula destes dias, chegámos à conclusão que não há COLCHÃO DE PEDRA, mesmo fresca, que nos valha e refresque as noites. Nada nos serve para ACOLHER as leituras mais refrescantes, se não A PISCINA lá do bairro. Mas com O CUSTO DE VIDA como está não há cantorias que nos valham, nem com o forte e épico CANTO DE AQUILES. A inflação (e o calor!) é O ADVERSÁRIO, mais a corrupção, o preço do peixe e a falta de papel para os livros. E o preço da luz? Sim, porque agora precisamos também de dar carga nos livros, ou melhor, nos e-coisos para levar para a praia e não ficar com areia nos entrefolhos. Ou folhas?
Não sei, não sabemos! Isto são só COISAS DE LOUCOS e estamos entregues a um TERCEIRO PAÍS.